Pessoal!
Fiquei conhecendo somente ontem o trabalho de Alessandra Salles, embora tenha ouvido por alto algumas músicas dela. O show de abertura para o Ministério Adoração e Vida foi muito mais que um simples ritual já rotineiro em eventos de música. Foi um presente de Deus para que BH viva mais em Santidade.
Com músicas também comprometedoras, assim como as do MAV, Alessandra fez, na verdade, uma grande e linda adoração. Banda linda demais, backings perfeitos! Prestei atenção a tudo e o que me chamou a atenção foi a participação de outras três mulheres de fibra que tem tudo para deslanchar na música católica, levando a palavra de Deus: Flaviane Montenegro, Lucimare Nascimento e Laís Mota. A veterana Celina estava lá em cima, no alto das arquibancadas, babando com a apresentação dos irmãos e irmãs de ministério. E eu cá embaixo, babando com tudo e com todos!
Não posso escrever muito ainda sobre as músicas de Alessandra Salles. Preciso urgentemente conhecer melhor seu trabalho, e começar a rezar com ele e por ele.
Posto logo abaixo um vídeo do Youtube da música "Vaso de barro", tema de seu CD.
O vaso, mesmo de barro, contém um imenso e riquíssimo tesouro. Vale a pena abrir e conferir!
Abraços!
Didu
domingo, 10 de julho de 2011
Ministério "Em Santidade"
Olá, queridos!
Consegui sobreviver a mais um show do Ministério Adoração e Vida. A bem da verdade, não foi um show, mas um tempo da graça que se derramou no Chevrolet Hall ontem à noite, em BH. Estou me sentindo envergonhado por não viver ainda um cristianismo inteiro, simples e cheio de amor como o Cristo Senhor quer. Percebi pelo evento de ontem que Deus me chama à conversão e a uma vida de alegria na santidade.
Ontem à noite Deus não me chamou. Ele berrou aos meus ouvidos! "Quem é que vai trilhar este caminho? Quem é que vai seguir a Jesus Cristo? Quem é que tem coragem de dizer que 'sim, contigo eu vou'"? Gritei aos quatro ventos a resposta: "Eu vou!" Mas senti uma força diferente, um "ar de adoração" que pairava sobre o lugar. Era uma intimação vinda do céu, uma convocação urgente para seguir esse caminho pelo qual eu nunca me decido inteiramente.
Fui para o BH em Santidade achando sairia de lá aos cacos. Como a lógica de Deus é sempre diferente da nossa e perfeita, hoje posso perceber que eu "cheguei" lá destruído, desmontado em mim mesmo. Mas aquelas palavras cantadas com arte e a mais pura santidade colheram meus pedaços e juntaram de novo, formando um novo Didu. Quanta responsabilidade dizer "Eu vou"!!! É lindo dizer isso no entusiasmo de um show maravilhoso, mas não dá pra ficar só lá, diante de um Ministério abençoado que me faz tremer diante da grandeza e da realeza de Deus. Mas agora chegou o momento de trazer para a vida o que eu cantei. Fato.
Tenho sempre o hábito de me deter nas músicas para entender bem as letras. Por vezes o excesso de subjetividade da letra me joga para dentro de mim mesmo, criando uma interpretação própria à minha realidade, que pode até fugir da intenção do compositor. Preciso começar a recompor as músicas que ouço para viabilizar mais agilidade ao processo da minha conversão. Fato também.
Rezei muito esta semana. Rezei por mim, para que pudesse transformar minha vida pelas músicas dos shows e pelos músicos, para que tivessem humildade e unção para levar a palavra de Deus pelo dom da música. Fui ontem ao Chevrolet Hall com praticamente todas as músicas do novo CD decoradas e rezadas, até mesmo partilhadas com alguns amigos. Mas o que mais me tocou mesmo foram as três bofetadas da música "Lugar de adoração e vida", que me deram hoje o pesado fardo de repensar a minha caminhada. Detesto discutir relações comigo mesmo. Mas é necessário.
Parece que um novo momento de conversão surge na minha vida, mais uma vez pela voz de Walmir Alencar. Não só dele, mas de todo o Ministério Adoração e Vida que ministraram pra mim ontem uma "adoração verdadeira" que gera uma "nova vida".
Essa tem sido minha vida ultimamente. Com Walmires e Fátimas a cantar e me encantar, colocando-me contra a parece de meu medo de dizer sim a Deus!
Música para hoje: "Lugar de Adoração e Vida" CD "Em Santidade"
Até mais!!!
Eduardo
Consegui sobreviver a mais um show do Ministério Adoração e Vida. A bem da verdade, não foi um show, mas um tempo da graça que se derramou no Chevrolet Hall ontem à noite, em BH. Estou me sentindo envergonhado por não viver ainda um cristianismo inteiro, simples e cheio de amor como o Cristo Senhor quer. Percebi pelo evento de ontem que Deus me chama à conversão e a uma vida de alegria na santidade.
Ontem à noite Deus não me chamou. Ele berrou aos meus ouvidos! "Quem é que vai trilhar este caminho? Quem é que vai seguir a Jesus Cristo? Quem é que tem coragem de dizer que 'sim, contigo eu vou'"? Gritei aos quatro ventos a resposta: "Eu vou!" Mas senti uma força diferente, um "ar de adoração" que pairava sobre o lugar. Era uma intimação vinda do céu, uma convocação urgente para seguir esse caminho pelo qual eu nunca me decido inteiramente.
Fui para o BH em Santidade achando sairia de lá aos cacos. Como a lógica de Deus é sempre diferente da nossa e perfeita, hoje posso perceber que eu "cheguei" lá destruído, desmontado em mim mesmo. Mas aquelas palavras cantadas com arte e a mais pura santidade colheram meus pedaços e juntaram de novo, formando um novo Didu. Quanta responsabilidade dizer "Eu vou"!!! É lindo dizer isso no entusiasmo de um show maravilhoso, mas não dá pra ficar só lá, diante de um Ministério abençoado que me faz tremer diante da grandeza e da realeza de Deus. Mas agora chegou o momento de trazer para a vida o que eu cantei. Fato.
Tenho sempre o hábito de me deter nas músicas para entender bem as letras. Por vezes o excesso de subjetividade da letra me joga para dentro de mim mesmo, criando uma interpretação própria à minha realidade, que pode até fugir da intenção do compositor. Preciso começar a recompor as músicas que ouço para viabilizar mais agilidade ao processo da minha conversão. Fato também.
Rezei muito esta semana. Rezei por mim, para que pudesse transformar minha vida pelas músicas dos shows e pelos músicos, para que tivessem humildade e unção para levar a palavra de Deus pelo dom da música. Fui ontem ao Chevrolet Hall com praticamente todas as músicas do novo CD decoradas e rezadas, até mesmo partilhadas com alguns amigos. Mas o que mais me tocou mesmo foram as três bofetadas da música "Lugar de adoração e vida", que me deram hoje o pesado fardo de repensar a minha caminhada. Detesto discutir relações comigo mesmo. Mas é necessário.
Parece que um novo momento de conversão surge na minha vida, mais uma vez pela voz de Walmir Alencar. Não só dele, mas de todo o Ministério Adoração e Vida que ministraram pra mim ontem uma "adoração verdadeira" que gera uma "nova vida".
Essa tem sido minha vida ultimamente. Com Walmires e Fátimas a cantar e me encantar, colocando-me contra a parece de meu medo de dizer sim a Deus!
Música para hoje: "Lugar de Adoração e Vida" CD "Em Santidade"
Até mais!!!
Eduardo
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Belo Horizonte em Santidade
Olá, povo lindo de Deus!
Amanhã haverá em Belo Horizonte, a partir das 21 h no Chevrolet Hall, o evento "BH em Santidade", com apresentações de Alessandra Sales (prata da casa!) e Ministério Adoração e Vida. Estou bastante ansioso por aguardar uma nova experiência com Deus por meio da boa música católica.
Meu primeiro encontro com Deus aconteceu por meio da voz de dois grandes -- e humildes -- músicos: Tom de Minas e Walmir Alencar, no III Congresso Arquidiocesano da RCC de BH. Foi no ano de 1998, no ginásio do Cefet, na capital mineira.
Lembro-me bem de Tom dando testemunho do exercício de seu ministério de música em um hospital. Ele falava de sua experiência na ala pediátrica de queimados de um hospital de Belo Horizonte (não me lembro qual). Dizia que, enquanto as crianças sofriam com os curativos de queimaduras graves, cantava e louvava a Deus com o dom da música. Dizia também que os pequenos gemiam menos, como que anestesiados pela beleza da canção.
Logo depois, nosso querido Walmir Alencar (então pertencente à banda Vida Reluz) fazia uma pregação cujo conteúdo eu não me lembro. Mas a música que ele cantou ao fim de suas palavras me renderam boas lágrimas: "Celebra a vitória". Amo até hoje essa música e ela me ajuda a celebrar a vitória da vida a cada novo dia que surge.
Amanhã, no BH em Santidade, poderei reviver bastante do meu primeiro encontro com a música. Walmir estará lá, mas sei que Deus é quem realizará sua obra em mim por meio de sua voz.
As composições desse novo trabalho do Ministério Adoração e Vida são, para minha vivência como um cristão (e músico) católico, constrangedoras. Explico o porquê.
Na primeira música intitulada "Eu abro mão", já sou convidado a extrair de mim mesmo o egoísmo. "Eu abro mão de tudo por tua presença" é uma frase de efeito que me impele ao desapego para ter somente Deus como centro da minha vida. Logo após, na canção "Convém", sinto-me envergonhado pelos meus pecados, que contradizem diretamente a natureza para a qual eu fui criado. Em "Receba" percebo os laços de amor entre "o Espírito e a noiva" do Cordeiro, a Igreja. Todos que se aproximarem da Igreja com o coração contrito serão conduzidos, pelo Espírito de Cristo, ao Pai. Eis a conversão!
A faixa "Decididamente" dispensa comentários. Confesso ter dificuldades para ouvi-la. Sinto-me muito longe ainda de Deus. Esta belíssima canção me convoca, simultaneamente, a abraçar e confiar no projeto de Cristo para minha vida. Seguir o Cristo "Decididamente" parece ser para poucos. Mas resta a certeza de que confiar em Deus é uma "decisão" por minha parte. Fato.
"Além do véu" me faz entrar no "Santo dos Santos", atravessar todas as barreiras para me encontrar com o Cristo, aquele mesmo crucificado, morto e sepultado... ressuscitado dentre os mortos e glorioso no céu.
Sinto-me mais à vontade diante de Jesus Eucarístico quando respiro os "Ares da adoração". Ficar com Cristo é ter a mesma experiência vivida pelos discípulos de Emaús. É reconhecê-lo no partir do pão.
"Lugar de adoração e vida" talvez seja a composição mais expressiva -- ao menos para mim -- deste álbum. Espero a semana inteira para encontrar meus irmãos de caminhada; aguardo ansiosamente a Eucaristia da Páscoa semanal do domingo, dia que o Senhor fez para mim. "Cada passo Ele me ordenou, em boa companhia devo andar!" Meus amigos são os meus alicerces; são essas "boas companhias" que me foram dadas por presente. É difícil cantar o final: "Quem é que vai trilhar esse caminho? EU VOU! Quem é que vai seguir a Jesus Cristo? EU VOU! Quem é que vai dizer que 'sim, contigo eu vou'?" Isso me amarra ao amor inefável de Deus e me cobra a prática desse amor.
A doutrina da Igreja, que faz a opção pela pobreza e defesa da vida, está catequeticamente exposta na canção "Escolhe, pois, a vida". Não preciso comentar. Já foi até tema da Campanha da Fraternidade, promovida na Quaresma pela CNBB no Brasil há pouco tempo.
"A Esperança chegando" foi a música deste CD que me fez chorar. Sempre aciono a repetição para ouvir até cansar. Muitas vezes o Cristo chega coroado pelos espinhos do meu pecado. Mesmo assim eu o adoro, e nele espero. Afinal, "Cristo Salvador chegando está!" Nesta hora já não é propício o silêncio, mas deve-se ouvir incansavelmetne o "hosana"!
"Nessa estrada" é uma composição que contem uma mensagem que precisa ser transmitida, especialmente aos jovens. É o testemunho de alguém que encontrou o Cristo e vive feliz por isso!
"Em santidade", música tema do CD, é outra composição que me deixa envergonhado comigo mesmo. "Como posso eu querer que a bênção venha sobre a minha casa?" Afinal de contas, "Em santidade sobre a terra eu devo andar!" Fato!!! É da minha união com Cristo que vai nascer uma nova esperança para o mundo que aguarda, pela minha vida, uma nova forma de viver a alegria de ser cristão. Ser de Cristo é trilhar o caminho inevitável para a santidade; ou ser santo é trilhar o caminho inevitável para o Cristo. Só depende de mim. Que Cristo seja tudo em meu nada.
Músicas do CD "Em Santidade" -- MAV -- para despertar a vontade de adquirir essa obra prima:
1 - Eu abro mão
2 - Convém
3 - Receba
4 - Decididamente
5 - Além do véu
6 - Ares da adoração
7 - Lugar de adoração e vida
8 - Escolhe, pois, a vida
9 - A Esperança chegando
10 - Nessa estrada
11 - Em santidade
12 - Em santidade (playback)
Se você ainda não tem o CD, faça uma busca pelo youtube. Lá você encontrará várias destas composições. Mas não deixe de contribuir com a obra de Deus, e adquira o seu!
Reze com essas músicas. Depois de ouvi-las insistentemente, tenho experimentado a necessidade de viver "Em santidade".
Até a próxima!
Eduardo Parreiras
Didu
Amanhã haverá em Belo Horizonte, a partir das 21 h no Chevrolet Hall, o evento "BH em Santidade", com apresentações de Alessandra Sales (prata da casa!) e Ministério Adoração e Vida. Estou bastante ansioso por aguardar uma nova experiência com Deus por meio da boa música católica.
Meu primeiro encontro com Deus aconteceu por meio da voz de dois grandes -- e humildes -- músicos: Tom de Minas e Walmir Alencar, no III Congresso Arquidiocesano da RCC de BH. Foi no ano de 1998, no ginásio do Cefet, na capital mineira.
Lembro-me bem de Tom dando testemunho do exercício de seu ministério de música em um hospital. Ele falava de sua experiência na ala pediátrica de queimados de um hospital de Belo Horizonte (não me lembro qual). Dizia que, enquanto as crianças sofriam com os curativos de queimaduras graves, cantava e louvava a Deus com o dom da música. Dizia também que os pequenos gemiam menos, como que anestesiados pela beleza da canção.
Logo depois, nosso querido Walmir Alencar (então pertencente à banda Vida Reluz) fazia uma pregação cujo conteúdo eu não me lembro. Mas a música que ele cantou ao fim de suas palavras me renderam boas lágrimas: "Celebra a vitória". Amo até hoje essa música e ela me ajuda a celebrar a vitória da vida a cada novo dia que surge.
Amanhã, no BH em Santidade, poderei reviver bastante do meu primeiro encontro com a música. Walmir estará lá, mas sei que Deus é quem realizará sua obra em mim por meio de sua voz.
As composições desse novo trabalho do Ministério Adoração e Vida são, para minha vivência como um cristão (e músico) católico, constrangedoras. Explico o porquê.
Na primeira música intitulada "Eu abro mão", já sou convidado a extrair de mim mesmo o egoísmo. "Eu abro mão de tudo por tua presença" é uma frase de efeito que me impele ao desapego para ter somente Deus como centro da minha vida. Logo após, na canção "Convém", sinto-me envergonhado pelos meus pecados, que contradizem diretamente a natureza para a qual eu fui criado. Em "Receba" percebo os laços de amor entre "o Espírito e a noiva" do Cordeiro, a Igreja. Todos que se aproximarem da Igreja com o coração contrito serão conduzidos, pelo Espírito de Cristo, ao Pai. Eis a conversão!
A faixa "Decididamente" dispensa comentários. Confesso ter dificuldades para ouvi-la. Sinto-me muito longe ainda de Deus. Esta belíssima canção me convoca, simultaneamente, a abraçar e confiar no projeto de Cristo para minha vida. Seguir o Cristo "Decididamente" parece ser para poucos. Mas resta a certeza de que confiar em Deus é uma "decisão" por minha parte. Fato.
"Além do véu" me faz entrar no "Santo dos Santos", atravessar todas as barreiras para me encontrar com o Cristo, aquele mesmo crucificado, morto e sepultado... ressuscitado dentre os mortos e glorioso no céu.
Sinto-me mais à vontade diante de Jesus Eucarístico quando respiro os "Ares da adoração". Ficar com Cristo é ter a mesma experiência vivida pelos discípulos de Emaús. É reconhecê-lo no partir do pão.
"Lugar de adoração e vida" talvez seja a composição mais expressiva -- ao menos para mim -- deste álbum. Espero a semana inteira para encontrar meus irmãos de caminhada; aguardo ansiosamente a Eucaristia da Páscoa semanal do domingo, dia que o Senhor fez para mim. "Cada passo Ele me ordenou, em boa companhia devo andar!" Meus amigos são os meus alicerces; são essas "boas companhias" que me foram dadas por presente. É difícil cantar o final: "Quem é que vai trilhar esse caminho? EU VOU! Quem é que vai seguir a Jesus Cristo? EU VOU! Quem é que vai dizer que 'sim, contigo eu vou'?" Isso me amarra ao amor inefável de Deus e me cobra a prática desse amor.
A doutrina da Igreja, que faz a opção pela pobreza e defesa da vida, está catequeticamente exposta na canção "Escolhe, pois, a vida". Não preciso comentar. Já foi até tema da Campanha da Fraternidade, promovida na Quaresma pela CNBB no Brasil há pouco tempo.
"A Esperança chegando" foi a música deste CD que me fez chorar. Sempre aciono a repetição para ouvir até cansar. Muitas vezes o Cristo chega coroado pelos espinhos do meu pecado. Mesmo assim eu o adoro, e nele espero. Afinal, "Cristo Salvador chegando está!" Nesta hora já não é propício o silêncio, mas deve-se ouvir incansavelmetne o "hosana"!
"Nessa estrada" é uma composição que contem uma mensagem que precisa ser transmitida, especialmente aos jovens. É o testemunho de alguém que encontrou o Cristo e vive feliz por isso!
"Em santidade", música tema do CD, é outra composição que me deixa envergonhado comigo mesmo. "Como posso eu querer que a bênção venha sobre a minha casa?" Afinal de contas, "Em santidade sobre a terra eu devo andar!" Fato!!! É da minha união com Cristo que vai nascer uma nova esperança para o mundo que aguarda, pela minha vida, uma nova forma de viver a alegria de ser cristão. Ser de Cristo é trilhar o caminho inevitável para a santidade; ou ser santo é trilhar o caminho inevitável para o Cristo. Só depende de mim. Que Cristo seja tudo em meu nada.
Músicas do CD "Em Santidade" -- MAV -- para despertar a vontade de adquirir essa obra prima:
1 - Eu abro mão
2 - Convém
3 - Receba
4 - Decididamente
5 - Além do véu
6 - Ares da adoração
7 - Lugar de adoração e vida
8 - Escolhe, pois, a vida
9 - A Esperança chegando
10 - Nessa estrada
11 - Em santidade
12 - Em santidade (playback)
Se você ainda não tem o CD, faça uma busca pelo youtube. Lá você encontrará várias destas composições. Mas não deixe de contribuir com a obra de Deus, e adquira o seu!
Reze com essas músicas. Depois de ouvi-las insistentemente, tenho experimentado a necessidade de viver "Em santidade".
Até a próxima!
Eduardo Parreiras
Didu
O perdão
Boa noite, pessoal!
Semana muito corrida que me impediu de escrever no blog. Mas hoje presenciei uma experiência linda: o perdão!
Impressionante como o perdão derrota toda a miséria humana. A força que ele traz em si é arrebatadora e, ao mesmo tempo, canal para que o homem se reencontre consigo mesmo. Nossa sociedade nos acostuma a criar o orgulho, a vaidade e o egoísmo dentro de nós. Mas Deus quer o contrário... e dói!
Hoje vi duas jovens se abraçarem em uma situação que não cabe a mim refletir; mas cabe contemplar e festejar a vitória da vida sobre a morte, a ressurreição após a cruz, o amor que vence o ódio. A falta de perdão é alimentada pelo convívio, mesmo dentro de uma comunidade que se diz católica. Eu tenho um carinho profundo pelas duas jovens, embora não tenha ainda tanta amizade com ambas. Hoje elas me ensinaram o que deve ser o Didu que o Cristo ama, aquele mesmo Eduardo Parreiras e Silva, nascido de Pedro e Aldete, que detesta o Silva e quase perdeu uma viagem por causa desse último sobrenome.
O perdão nos ensina; é pedagógico. Não é merecido, mas necessário. Ele nos mostra a importância que o homem tem diante de Deus e o reconduz a Ele. Por isso, celebramos uma fé viva em um Cristo que reconcilia o mundo consigo, trazendo-nos de volta para o paraíso, onde não existe ódio, mágoa ou rancor. Mas, para chegar lá, é necessário sangrar o coração e a alma, até sair "sangue e água". Eis a razão pela qual o Coração de Cristo foi chagado pela lança. Alguém se lembra da visita do Papa João Paulo II ao radical muçulmano que atirou contra si na Praça de São Pedro, em uma tentativa de assassinato? Pois é... Dispensa comentários!
Às pessoas que se feriram pela minha existência, peço perdão. Peço que orem pela minha conversão. Em mim ainda há um coração que coleciona sentimentos indignos de conviverem com a palavra guardada no mesmo espaço. Mas, como não há como servir a dois senhores, é melhor ficar com a parte onde mora Deus.
Tenho a incrível capacidade de viver em pedaços, sem a coragem de juntá-los para formar meu eu. Não tenho a atitude de colar cada parte com a goma do perdão. Na verdade, devo ser restaurado.
A experiência de hoje foi muito válida pra mim. Resta agora quando terei a mesma coragem que aquela pequena gigante teve, e chegar até aqueles que são maiores que eu e entregar-lhes as minhas armas. Assim, estarei livre da obrigação de ter que matar meu eu. Fato.
Vamos rezar? Música "Maltrapilho", do nosso grande músico Maninho.
Sejamos sensíveis ao Cristo. Ele pode tudo, inclusive perdoar e ensinar como se faz isso...
Abraços!
Didu em pedaços, mas em restauração.
Semana muito corrida que me impediu de escrever no blog. Mas hoje presenciei uma experiência linda: o perdão!
Impressionante como o perdão derrota toda a miséria humana. A força que ele traz em si é arrebatadora e, ao mesmo tempo, canal para que o homem se reencontre consigo mesmo. Nossa sociedade nos acostuma a criar o orgulho, a vaidade e o egoísmo dentro de nós. Mas Deus quer o contrário... e dói!
Hoje vi duas jovens se abraçarem em uma situação que não cabe a mim refletir; mas cabe contemplar e festejar a vitória da vida sobre a morte, a ressurreição após a cruz, o amor que vence o ódio. A falta de perdão é alimentada pelo convívio, mesmo dentro de uma comunidade que se diz católica. Eu tenho um carinho profundo pelas duas jovens, embora não tenha ainda tanta amizade com ambas. Hoje elas me ensinaram o que deve ser o Didu que o Cristo ama, aquele mesmo Eduardo Parreiras e Silva, nascido de Pedro e Aldete, que detesta o Silva e quase perdeu uma viagem por causa desse último sobrenome.
O perdão nos ensina; é pedagógico. Não é merecido, mas necessário. Ele nos mostra a importância que o homem tem diante de Deus e o reconduz a Ele. Por isso, celebramos uma fé viva em um Cristo que reconcilia o mundo consigo, trazendo-nos de volta para o paraíso, onde não existe ódio, mágoa ou rancor. Mas, para chegar lá, é necessário sangrar o coração e a alma, até sair "sangue e água". Eis a razão pela qual o Coração de Cristo foi chagado pela lança. Alguém se lembra da visita do Papa João Paulo II ao radical muçulmano que atirou contra si na Praça de São Pedro, em uma tentativa de assassinato? Pois é... Dispensa comentários!
Às pessoas que se feriram pela minha existência, peço perdão. Peço que orem pela minha conversão. Em mim ainda há um coração que coleciona sentimentos indignos de conviverem com a palavra guardada no mesmo espaço. Mas, como não há como servir a dois senhores, é melhor ficar com a parte onde mora Deus.
Tenho a incrível capacidade de viver em pedaços, sem a coragem de juntá-los para formar meu eu. Não tenho a atitude de colar cada parte com a goma do perdão. Na verdade, devo ser restaurado.
A experiência de hoje foi muito válida pra mim. Resta agora quando terei a mesma coragem que aquela pequena gigante teve, e chegar até aqueles que são maiores que eu e entregar-lhes as minhas armas. Assim, estarei livre da obrigação de ter que matar meu eu. Fato.
Vamos rezar? Música "Maltrapilho", do nosso grande músico Maninho.
Sejamos sensíveis ao Cristo. Ele pode tudo, inclusive perdoar e ensinar como se faz isso...
Abraços!
Didu em pedaços, mas em restauração.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Rotina eucarística
“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” (Jo 6, 54)
Olá, amigos!
Muitas coisas se passam em nossa vida despercebidamente. Temos tantas ações diárias repetitivas quantas se tornam hábito. Levantar pela manhã, calçar os chinelos, tomar banho, escovar os dentes, vestir-se, tomar o café, ler o jornal, sair para o trabalho, enfrentar o trânsito; chegar à empresa e encontrar uma mesa cheia de processos para serem analisados e despachados.
Almoçar; jogar conversa fora com os colegas; enfrentar a tarde como a última antes das férias – mesmo que as férias ainda sejam uma realidade em futuro distante. Voltar para casa, tomar um novo banho, assistir TV, ouvir a mãe reclamando da ausência apesar de uma presença só de corpo. Encontrar alguns amigos, mesmo que seja pela internet. Colocar água e comida para o cãozinho de estimação e ainda brincar dez minutos com ele. Ele transmite alegria. Preparar a cama e ler alguma coisa interessante, na esperança de que o sono logo chegue, afinal, amanhã é um novo dia cheio de trabalho.
Ao novo amanhecer, fazemos tudo de novo, e muito mais do que foi exposto. Isso tudo fazemos e não paramos para refletir sobre a importância de todas essas coisas. Não me imagino saindo de casa sem tomar banho (risos). Como é importante dar atenção ao meu cão. À minha mãe, nem se fala. Ela fala, fala, fala... eu quase sempre não entendo nada do que ela fala, mas eu sempre respondo positivamente.
Aos sábados e domingos, vêm as outras obrigações, que também realizamos automaticamente. Uma geral na limpeza da casa, do carro, do cachorro e da casinha dele; compromissos com os amigos sábado à noite e com os familiares no almoço de domingo.
Esse é um resumo da minha rotina, e coincide com a rotina da maioria dos meus amigos. Mas está faltando algo muito importante, que não foi exposto por não existir: a espiritualidade. O nosso tempo não tem espaço para oração. A contemplação ainda não é uma rotina.
Ao abrir as páginas sagradas, posso ler: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” (Jo 6, 54) Essa afirmação me pressiona a casa instante. Sinto-me impelido a conhecer mais sobre esse Deus que promete ser alimento para sustento da minha alma. Sou impulsionado por uma promessa de alimento e de vida plena. Quando me encontro diante do mistério eucarístico, não posso outra coisa senão contemplar e tentar abraçá-lo com todas as minhas forças... mas o mistério da nossa fé vai além. Ele perpassa pelas pequenas coisas da nossa vida, da nossa história, da nossa rotina, e entra em nós, realizando a promessa de Jesus, que diz: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.” (Mt 28, 20b). Em outro momento, os discípulos pedem a Jesus Ressuscitado: “Fica conosco, já é tarde e o dia declina.” (Lc 24, 29b)
E assim se faz um novo dia. Quando Jesus Eucarístico passa a fazer parte de nossa rotina na comunhão, na adoração, na contemplação e estudo da palavra, tudo se renova e surge uma nova esperança. Nossa rotina se renova e adquire outro sentido. A vida se colore e, aquele alimento de vida eterna faz cumprir o seu papel em meio à nossa correria: somos fortalecidos para, daqui a pouco, acordarmos para a verdadeira vida, e que ela seja em abundância...
A música de hoje nos remete ao mistério da contemplação do Cristo contido na Eucaristia.
"Em sua presença somos mendigos sentados à mesa de um Rei!"
Que o nosso desejo também seja de, com Ele, ser um!
Abraços!
Didu
domingo, 3 de julho de 2011
São Pedro e São Paulo, rogai por nós!
Hoje celebramos no Brasil a Solenidade de São Pedro e São Paulo Apóstolos. Pedro, a rocha sobre a qual Cristo fundou a sua Igreja e Paulo, que passou de perseguidor a portador do evangelho para o mundo.
Pedro (outrora Simão) recebeu do Senhor as chaves do reino dos céus e fundamentou a fé cristã: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo!" (Mt 16, 16) Tal profissão de fé originou as bases do corpo místico de Cristo, que é a Igreja. O apóstolo recebeu por isso "as chaves do Reino dos Céus" (Mt 16, 19a), juntamente com múnus de ligar ou desligar o céu e a terra. Este múnus (encargo) seria depois confirmado nas três afirmações da fé de Pedro: "'Pedro, tu me amas?' 'Sim, Senhor, eu te amo.' 'Apascenta as minhas ovelhas'". (Jo 21,15-17) Seu nome foi mudado por Cristo para que deixasse de ser um simples pescador para ser pescador de almas e rocha firme sobre a qual seria edificado o novo povo santo, a Igreja.
Paulo, outrora Saulo, era homem douto e perseguia os cristãos. Aprovou o martírio de Estêvão (At 7,54-8,1), devastava a Igreja, invadindo casas e arrastando homens e mulheres para a prisão (At 8, 3). No entanto, a caminho de Damasco, Saulo "viu o Senhor" e "ouviu sua voz". Ao entrar em Damasco, foi-lhe ao encontro Ananias, que lhe impôs as mãos para que caíssem de seus olhos as escamas que o impediam de ver o Cristo. (At 9,1-20)
Pedro, a rocha da fé; Paulo, a rocha da palavra. Os dois, simples homens como nós, edificaram a Igreja e a fizeram crescer. Pedro, crucificado como o Cristo, verteu seu sangue em amor ao Filho do Homem, com quem andou e de quem teve seus pés lavados na última ceia. Paulo, decapitado por conhecer o Cristo em seu coração e levá-lo com sua inteligência a todos os povos. Paulo, também constituído apóstolo pelo próprio Senhor após sua ascensão, não o conheceu em terra, mas o proclamou corajosamente para a conversão dos homens.
Os dois apóstolos, colunas de sustentação da Igreja, são hoje celebrados. A cor litúrgica é o vermelho, lembrando o sangue de seu martírio. Em Pedro e Paulo temos que testemunhar a fé que recebemos em nosso batismo e sobre os quais está edificada. Pedro Apóstolo o Primeiro dos Apóstolos continua sua missão pela sucessão apostólica na pessoa do PAPA, para que a Igreja proclame sempre o evangelho da salvação. Paulo Apóstolo também continua sua missão em cada um de nós, que temos o dever de levar o evangelho aonde Cristo ainda não é conhecido.
Amados, não esqueçamos de uma coisa: nossa Igreja, tem nas mãos as chaves do Reino dos Céus, e tudo o que ligar na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligar na terra, será desligado nos céus. O que queremos de nós mesmos? É preciso estar ligado à Igreja, que caminha sob a primazia do ministério de Pedro, para que sejamos ligados ao céu. Precisamos caminhar com a sabedoria de Paulo, para conhecermos o caminho a seguir.
Doemos também o nosso sangue. Ele, unido ao Sangue de Cristo, garante a salvação e promove a fertilidade da Igreja.
Para nossa oração, posto uma música da Banda Dom, interpretada por Bruno Camurati, "Canção de Pedro", e uma de Celina Borges, "Enquanto louvamos".
Rezemos com São Pedro e São Paulo, apóstolos.
Abraços!
Pedro (outrora Simão) recebeu do Senhor as chaves do reino dos céus e fundamentou a fé cristã: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo!" (Mt 16, 16) Tal profissão de fé originou as bases do corpo místico de Cristo, que é a Igreja. O apóstolo recebeu por isso "as chaves do Reino dos Céus" (Mt 16, 19a), juntamente com múnus de ligar ou desligar o céu e a terra. Este múnus (encargo) seria depois confirmado nas três afirmações da fé de Pedro: "'Pedro, tu me amas?' 'Sim, Senhor, eu te amo.' 'Apascenta as minhas ovelhas'". (Jo 21,15-17) Seu nome foi mudado por Cristo para que deixasse de ser um simples pescador para ser pescador de almas e rocha firme sobre a qual seria edificado o novo povo santo, a Igreja.
Paulo, outrora Saulo, era homem douto e perseguia os cristãos. Aprovou o martírio de Estêvão (At 7,54-8,1), devastava a Igreja, invadindo casas e arrastando homens e mulheres para a prisão (At 8, 3). No entanto, a caminho de Damasco, Saulo "viu o Senhor" e "ouviu sua voz". Ao entrar em Damasco, foi-lhe ao encontro Ananias, que lhe impôs as mãos para que caíssem de seus olhos as escamas que o impediam de ver o Cristo. (At 9,1-20)
Pedro, a rocha da fé; Paulo, a rocha da palavra. Os dois, simples homens como nós, edificaram a Igreja e a fizeram crescer. Pedro, crucificado como o Cristo, verteu seu sangue em amor ao Filho do Homem, com quem andou e de quem teve seus pés lavados na última ceia. Paulo, decapitado por conhecer o Cristo em seu coração e levá-lo com sua inteligência a todos os povos. Paulo, também constituído apóstolo pelo próprio Senhor após sua ascensão, não o conheceu em terra, mas o proclamou corajosamente para a conversão dos homens.
Os dois apóstolos, colunas de sustentação da Igreja, são hoje celebrados. A cor litúrgica é o vermelho, lembrando o sangue de seu martírio. Em Pedro e Paulo temos que testemunhar a fé que recebemos em nosso batismo e sobre os quais está edificada. Pedro Apóstolo o Primeiro dos Apóstolos continua sua missão pela sucessão apostólica na pessoa do PAPA, para que a Igreja proclame sempre o evangelho da salvação. Paulo Apóstolo também continua sua missão em cada um de nós, que temos o dever de levar o evangelho aonde Cristo ainda não é conhecido.
Amados, não esqueçamos de uma coisa: nossa Igreja, tem nas mãos as chaves do Reino dos Céus, e tudo o que ligar na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligar na terra, será desligado nos céus. O que queremos de nós mesmos? É preciso estar ligado à Igreja, que caminha sob a primazia do ministério de Pedro, para que sejamos ligados ao céu. Precisamos caminhar com a sabedoria de Paulo, para conhecermos o caminho a seguir.
Doemos também o nosso sangue. Ele, unido ao Sangue de Cristo, garante a salvação e promove a fertilidade da Igreja.
Para nossa oração, posto uma música da Banda Dom, interpretada por Bruno Camurati, "Canção de Pedro", e uma de Celina Borges, "Enquanto louvamos".
Rezemos com São Pedro e São Paulo, apóstolos.
Abraços!
sábado, 2 de julho de 2011
Imaculado Coração de Mãe
Olá, amados!
Hoje celebramos a festa do Imaculado Coração de Maria, no dia seguinte à solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Maria, toda santa e pura, intercede por nós como um reflexo da santidade de seu Filho.
Ao conceber Jesus em seu ventre, Maria quis, unicamente, realizar a vontade de Deus, mesmo sem compreender exatamente qual seria o seu plano de amor. Toda imersa em Deus, aceitou conceber em seu ventre o Verbo de Deus, tornando-se o primeiro sacrário. Porém, antes de receber Jesus em seu ventre, Maria o recebeu em seu Coração, Imaculado em si mesmo, todo preservado da desobediência que gera o pecado. A prova mais concreta da Imaculada Conceição de Maria é exatamente sua obediência absoluta à vontade de Deus. Sua submissão a exaltou sobremaneira e, por isso, "todas a gerações a chamarão de bendita" (Lc 1,48). Maria, em seu serviço de amor e graça à humanidade, fez-se serva para nossa humanidade fosse exaltada pelo amor incondicional de Deus. Assim, sua humildade a exaltou (Mt 23,12) e a colocou acima de todo ser humano.
O Coração de Maria é o refúgio do pecador. É nele que podemos esconder-nos das ocasiões que nos levam ao erro e à desobediência; ele é o exemplo perfeito de seguimento a Cristo e adesão ao seu projeto salvífico. Transpassado por uma espada de dor (Lc 2,35) seu Coração suporta também as dores da humanidade, mas em forma de súplica, e não de sacrifício.
A Igreja, ao celebrar o Imaculado Coração de Maria, entrega-se toda à sua intercessão, clamando pela mãe para que o Filho atenda, como nas bodas de caná (Jo 2,1-12). Celebrar a Mãe de Deus é celebrar também a nossa Mãe. Somos filhos adotivos de Maria, por vontade de seu próprio filho pregado na cruz, em seu ato supremo de amor (Jo 19,25-27). E lá, no Calvário, estava a Mãe das Dores, sofrendo pela dor de seu Filho e esperançosa pela iminente ressurreição que haveria de dar nova chance à nossa miserável humanidade de alcançar a redenção.
Celebrar Maria é celebrar o Cristo em sua origem. Se nossa gênese está no coração de Deus, a gênese de Cristo neste mundo estava no Coração de Maria, onde Ele foi acolhido pela humanidade. Outra prova da santidade suprema de Maria é que ela o acolheu inteiramente, como Homem e como Deus; nós, pecadores, não o recebemos e o entregamos à morte, para pagar por nossos pecados (Is 53).
O Imaculado Coração de Maria é canal de efusão do Espírito Santo. Por sua intercessão, vem a nós o Paráclito, o Consolador, Advogado de nossas almas. Nós, músicos que entregamos nossas vidas e o nosso dom a Deus, precisamos achegar a cada instante a esse Coração Imaculado para que tenhamos sempre a vivência da efusão do Espírito Santo em nosso ministério.
Amemos Maria. Santa e imaculada em sua conceição. Amemos o seu Coração. Por ele chegamos ao Coração de Cristo. A ele eu entrego todos os meus parentes, amigos e afilhados. A ele eu consagro a Igreja e toda a humanidade para que, neste Coração Imaculado, possa encontrar o caminho para o Coração de Jesus.
Para hoje, a bela composição de Walmir Alencar (mais uma dele, rsrsrs).
Vinde, Espírito Santo, vinde por meio do Imaculado Coração de Maria,
vossa amadíssima esposa!!!
Abraços!!!
Didu
Hoje celebramos a festa do Imaculado Coração de Maria, no dia seguinte à solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Maria, toda santa e pura, intercede por nós como um reflexo da santidade de seu Filho.
Ao conceber Jesus em seu ventre, Maria quis, unicamente, realizar a vontade de Deus, mesmo sem compreender exatamente qual seria o seu plano de amor. Toda imersa em Deus, aceitou conceber em seu ventre o Verbo de Deus, tornando-se o primeiro sacrário. Porém, antes de receber Jesus em seu ventre, Maria o recebeu em seu Coração, Imaculado em si mesmo, todo preservado da desobediência que gera o pecado. A prova mais concreta da Imaculada Conceição de Maria é exatamente sua obediência absoluta à vontade de Deus. Sua submissão a exaltou sobremaneira e, por isso, "todas a gerações a chamarão de bendita" (Lc 1,48). Maria, em seu serviço de amor e graça à humanidade, fez-se serva para nossa humanidade fosse exaltada pelo amor incondicional de Deus. Assim, sua humildade a exaltou (Mt 23,12) e a colocou acima de todo ser humano.
O Coração de Maria é o refúgio do pecador. É nele que podemos esconder-nos das ocasiões que nos levam ao erro e à desobediência; ele é o exemplo perfeito de seguimento a Cristo e adesão ao seu projeto salvífico. Transpassado por uma espada de dor (Lc 2,35) seu Coração suporta também as dores da humanidade, mas em forma de súplica, e não de sacrifício.
A Igreja, ao celebrar o Imaculado Coração de Maria, entrega-se toda à sua intercessão, clamando pela mãe para que o Filho atenda, como nas bodas de caná (Jo 2,1-12). Celebrar a Mãe de Deus é celebrar também a nossa Mãe. Somos filhos adotivos de Maria, por vontade de seu próprio filho pregado na cruz, em seu ato supremo de amor (Jo 19,25-27). E lá, no Calvário, estava a Mãe das Dores, sofrendo pela dor de seu Filho e esperançosa pela iminente ressurreição que haveria de dar nova chance à nossa miserável humanidade de alcançar a redenção.
Celebrar Maria é celebrar o Cristo em sua origem. Se nossa gênese está no coração de Deus, a gênese de Cristo neste mundo estava no Coração de Maria, onde Ele foi acolhido pela humanidade. Outra prova da santidade suprema de Maria é que ela o acolheu inteiramente, como Homem e como Deus; nós, pecadores, não o recebemos e o entregamos à morte, para pagar por nossos pecados (Is 53).
O Imaculado Coração de Maria é canal de efusão do Espírito Santo. Por sua intercessão, vem a nós o Paráclito, o Consolador, Advogado de nossas almas. Nós, músicos que entregamos nossas vidas e o nosso dom a Deus, precisamos achegar a cada instante a esse Coração Imaculado para que tenhamos sempre a vivência da efusão do Espírito Santo em nosso ministério.
Amemos Maria. Santa e imaculada em sua conceição. Amemos o seu Coração. Por ele chegamos ao Coração de Cristo. A ele eu entrego todos os meus parentes, amigos e afilhados. A ele eu consagro a Igreja e toda a humanidade para que, neste Coração Imaculado, possa encontrar o caminho para o Coração de Jesus.
Para hoje, a bela composição de Walmir Alencar (mais uma dele, rsrsrs).
Vinde, Espírito Santo, vinde por meio do Imaculado Coração de Maria,
vossa amadíssima esposa!!!
Abraços!!!
Didu
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